Make your own free website on Tripod.com
Critérios de Seleção & Conceitos
Introdução

A maioria dos Passarinheiros não chega a lugar nenhum em suas criações porque formam mal o seu plantel, efetuam cruzamentos a ermo sem fundamentar os seus objetivos nas características portadas pelos pássaros do plantel e instruem inadequadamente os filhotes. É como tirar “Leite de Pedra”. Ora, nós sabemos que as pedras não dão leite. Todo o plantel deve ser formado em função das reais características portadas pelos seus membros e os cruzamentos devem ser efetuados, tomando por base estas características, senão tendemos a nos transformar em meros “Multiplicadores” e nada mais.
Formação do Plantel

Devemos identificar os indivíduos do plantel dotados de “Genética para Repetição” (fêmeas e machos). Tal identificação leva alguns anos para ocorrer, pois depende da análise da progênie dos diversos acasalamentos praticados no criadouro e isto leva tempo (para ganhar tempo podemos adquirir pássaros de outro criadouro com esta característica claramente evidenciada).

Nas fichas de identificação dos filhotes anotamos se os mesmos possuem “GPR” (Genética Para Repetição) e as formulas matemáticas ou simplesmente frações dos percentuais de sangue com tais características, adquiridas nos cruzamentos F1, F2... F5, tanto do genitor como da matriz (ler artigo Melhoramento Genético I e II). Devemos ainda observar se os filhotes dotados de “GPR” são também dotados de “Genética para Canto Curto ou Canto Longo” (fêmeas e machos) logo acrescentamos à sigla as letras Cc-Canto Curto e CL-Canto Longo, ficando desta forma.

GPR-Cc - Genética para repetição canto curto.
GPR-CL - Genética para repetição canto longo
.
Comentários

Temos observado que muitos filhotes que foram submetidos à VETORIZAÇÃO DE CANTO aos 16 dias de nascidos (dialeto Praia Grande Clássico) vetorizaram apenas fragmento deste dialeto e como possuíam “GPR” passaram a repetir várias vezes o fragmento (quim quim toi - té té - tué tué tué purrr ou algo próximo) do dialeto citado. Tal observação derruba a velha teoria do “FÔLEGO” como condição indispensável para aprender um canto longo. Nestes casos estava presente o fôlego (repetição) e não se verificou a vetorização do canto longo, predominando tal comportamento na maioria dos filhotes produzidos e Vetorizados.
Por muitos anos intrigava-me o fato de apenas alguns poucos filhotes submetidos às mesmas condições aprendiam o dialeto completo (dois movimentos) bem como a repetição do segundo movimento, ou seja “Do Módulo de Repetição”.

Daí deduzirmos que tais filhotes eram “Especiais”, possuíam algo que os outros não possuíam, então passamos a seleciona-los.

(embora o assédio do mercado tenha retardado muitas observações, pois, as vendas de filhotes pardos tem sido inevitáveis, e decepcionantes, pois, dado à alta rotatividade da propriedade destes, aliada aos erros de manejo, tais filhotes comercializados ainda pardo estragavam totalmente o seu canto).

Com o cruzamento destes indivíduos selecionados temos verificado uma maior incidência de indivíduos dotados da capacidade de aprender “Canto Longo”, logo passei a designa-los de GPR-CL – Genética para repetição de canto longo, e passei a descartar os filhotes dotados de GPR-Cc – Genética para repetição de canto curto. Logo verificamos que o fator Repetição é agregador de valor financeiro e o mercado na maioria das vezes abre mão da qualidade e contenta-se perfeitamente com a repetição de um fragmento de canto, fato este comprovado pela existência das modalidades Praia Grande Simples, Praia Grande Perfeito, Praia Grande Liso etc. Os filhotes dotados de GPR-CL – Genética para repetição de canto longo ficam retidos no criadouro por serem “Perfectíveis”.


Após a fase de lapidação do seu canto por volta dos quatorze meses de vida, estão prontos, atingindo alguns um alto nível de perfeição. Tenho produzido alguns destes filhotes, no entanto, entristeço-me ao vê-los meses depois cantando com a incorporação de notas estranhas ao dialeto Praia Grande Clássico e, ao questionar o seu proprietário, na maioria das vezes noto que o mesmo nem percebeu o problema. Acreditamos que selecionar mantenedores de filhotes de curió Praia Grande Clássico se constitui tarefa das mais difíceis, sendo o critério financeiro o único levado em conta pela maioria dos Selecionadores na hora de transferir a propriedade de um Grande Pássaro. Graças a estas nuances é que a criação deste maravilhoso Pássaro envolve tantos “Conceitos”.

Podemos observar pelo exposto que a criação para obtenção de filhotes aptos ao aprendizado do Canto Praia Grande Clássico consiste em efetuar corretamente os cruzamentos para estabelecimento do “Genótipo do Criadouro”. Selecionamos criteriosamente os indivíduos “Especiais” portadores dos fatores desejáveis e os submetemos à Vetorização do Canto Praia Grande Clássico e Técnica do Confinamento Auditivo e Visual. Processamos as Instruções de Canto com o uso de CD-R de Instrução e efetuamos o controle total das Influências externas e internas durante a produção e lapidação dos filhotes selecionados.
Instrução de Canto - Uso de CD-R (CD - Recordable Media).

Temos observado ao longo dos anos que a substituição da Fita K-7 (doméstica) e do LP (vinil) pelos CD(s) de canto Praia Grande (adquiridos no mercado), e usados nas Instruções de canto a filhotes “Especiais”, tem se constituído em um grande avanço qualitativo no ensino de canto, contudo devemos considerar a acentuada falta de interação entre o filhote e a Instrução de Canto. Temos observado que após algum tempo de uso, os filhotes não desenvolvem a interatividade necessária para o aprendizado, tornando-se apáticos e em alguns casos, apresentam distúrbios de comportamento.

Buscando resolver o problema surgiu no mercado uma gama muito grande de equipamentos eletrônicos voltados ao controle e automação das instruções de canto aos filhotes, bem como o controle da periodicidade das instruções sonoras.

Tais equipamentos temporizadores dotados de células fotoelétricas e sensores sonoros propiciaram não só o liga e desliga com a presença e ausência da claridade solar, possibilitaram a periodicidade regular das exposições sonoras e a interrupção das mesmas sem que ocorresse o corte indesejável do canto quando da interrupção da instrução.

Sem dúvida, foi um grande avanço, melhorias foram observadas no aprendizado mediante a utilização racional destes equipamentos, contudo, fazia-se necessário à introdução de avanços também na didática do ensino com o emprego adequado das cantorias de forma a resultarem em aprendizado efetivo. Faltava racionalidade e metodologia didática no material fonográfico capaz de compatibilizar de forma gradual o conteúdo das instruções, com a idade e desenvolvimento dos aprendizes.

Dispomos de uma gama muito grande de opções de CDs de excelentes Curiós gravados com tecnologia de ponta e voltados a promoção do Curió que lhes deu origem. Estes CDs foram na sua maioria concebidos com a finalidade de mostrar os dotes canoros portados pelo curió em questão e desprovidos de preocupações didáticas, este fato tem nos levado à prática de adequação do conteúdo dos mesmos aos nossos propósitos dando origem ao CD-R de Instrução.
CD-R de Instrução (CD - Recordable Media).

Este CD-R de Instrução gravado em computador reúne todas as possibilidades de uso nos mais diversos métodos de ensino desenvolvidos pelos criadores, possibilita a mistura de vários “SELOS” de gravação de um mesmo Curió bem como de curiós diferentes objetivando atender a qualquer metodologia a ser aplicada. Os CD-Rs alem da função didática, desempenham um papel corretivo com gravações de Instruções Corretivas destinadas a corrigirem eventuais defeitos de estrutura de formação de canto, que são vícios adquiridos pelo filhote durante as instruções de canto mediante o emprego do CD-R Básico.
CD-R Básico (Composição e gravação dos arquivos)

O CD-R básico para iniciar a vetorização de filhotes “Especiais” pode ser gravado domesticamente em qualquer computador dotado de Drive de gravação de CD-R. Os Softs que poderão ser usados para gravar e preparar os arquivos Waves são os seguintes:

1. Studio Wave (Este programa é muito fácil de operar e existe em Português. Ele acompanha o Kit Multimídia da Creative).

2. Cakewalk (Este já é um pouco complexo, no entanto é fantástico).

3. Sound Forge 4.0 ou 4.1 (Este é o mais indicado por ser profissional).

Obs:
Existe uma infinidade deles, todavia utilizo estes três apenas para elaboração de Sonogramas e composição dos arquivos.

Composição dos Arquivos

Escolhemos o CD promocional de nossa preferência e gravamos mediante o uso do Sound Forge um arquivo com uma cantada completa com mais de 3 (três) repetições, e salvamos no HD.
Composição das Faixas que comporão o CD-R

Faixa – 01 (com três repetições)

Abrimos no Sound Forge o arquivo salvo no HD e selecionamos com o cursor a partir do segundo módulo de repetição até a penúltima repetição e deletamos, ficando apenas o primeiro movimento do canto com as duas primeiras repetições e a última repetição que é conhecida como canto de saída. O canto de saída (último canto) deve ser preservado em todos os outros arquivos que iremos gravar conjuntamente com o primeiro movimento e o primeiro módulo de repetição.Teremos aí, como resultado uma cantada de Três Repetições contendo o primeiro movimento, dois módulos de repetição e o canto de saída, aí salvamos no HD com o nome de Faixa-01 (com três repetições). Está desta forma concluído o primeiro arquivo que comporá o
CD-R de Instrução.

Faixa – 02 (com cinco repetições)

Para elaborar o segundo arquivo com cinco repetições abrimos o arquivo anterior (Faixa-01) com três repetições e selecionamos com o cursor o primeiro e segundo módulo de repetição e copiamos com “Control C” aí colocamos o cursor no fim do segundo módulo de repetição (entre a última nota Tué e o primeiro Quim do canto de saída) e damos um “Control V” para colar, está pronto o segundo arquivo com cinco repetições, aí salvamos no HD com o nome de Faixa - 02 (com cinco repetições).
Procedemos da mesma forma para criar um arquivo com 8, 10, 12, e 15 Repetições. Criamos um arquivo com uma carretilha (serrada) que receberá o nome de Faixa – 07 e salvamos no HD. Por último vamos ao Sound Forge Barra de Status ícone Proces/Insert Silence e insertamos em um arquivo Novo, 2 minutos de Silêncio com alguns Piados de Fogo e salvamos no HD com o nome de Faixa – 08. Estão prontos todos os arquivos que comporão o nosso CD-R de instrução. Temos o cuidado de colocar todos os arquivos dentro de uma pasta denominados CD-R de Instrução.

Gravação do CD-R Básico

Todos os Drives de gravação de CD-R acompanha o Soft de gravação. Com sua utilização gravamos um CD-R com os arquivos compostos anteriormente, mediante instruções contidas nas caixas verdes, contendo as seguintes Faixas:

Faixa – 01 (Com 3 Repetições)
Faixa – 02 (Com 5 Repetições)
Faixa – 03 (Com 8 Repetições)
Faixa – 04 (Com 10 Repetições)
Faixa – 05 (Com 12 Repetições)
Faixa – 06 (Com 15 Repetições)
Faixa – 07 (Com 01 Carretilha)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)

Está pronto o nosso CD-R de Instrução. Agora é só escolher mediante as teclas Programa, Modo, Repete e as teclas de seleção DOWN ou UP que acompanham todos os bons COMPACT DISC STEREO SISTEM para selecionar as faixas que comporão as diversas instruções de canto compostas a partir das faixas do CD-R de Instrução que acabamos de criar.

Podemos selecionar uma ou mais faixas de acordo com a nossa necessidade e conveniência, e mandar repetir infinitamente dentro de uma ordem estabelecida.

Podemos selecionar a faixa que contem 2 minutos de silêncio 15 vezes consecutivas e inseri-la após a instrução de canto para obter 30 minutos de silêncio e mandar repetir. Este mesmo procedimento poderá ser adotado se tivermos uma faixa de 2 minutos com gravação do som de água corrente, música instrumental ou corrichado de filhotes para estimular a prática do corrichado dos filhotes em época de corrichar.

Como podemos ver, as possibilidades de formação de Arranjos Didáticos de Instrução de canto a filhotes são inúmeros podendo ser ajustados aos mais diversos casos, inclusive aos casos corretivos de vícios adquiridos durante a formação do canto. Outra vantagem do sistema é dispensar investimentos com Timer e outros equipamentos sensores, afastando inclusive o risco de corte de faixas quando o Timer é desligado durante o processo de instrução de canto aos filhotes, bem como a eliminação do desgaste precoce do equipamento com o liga/desliga promovido pelo Timer.

Estas são apenas algumas aplicações dos CD-Rs de Instrução.
Arranjo Didático para Instrução Inicial

Sabemos que os filhotes de Curiós vetorizam o canto da espécie entre o 16° (décimo sexto) e 30 (trigésimo) dia de vida, ainda dependentes dos pais.

Sabemos ainda que após a sua Vetorização os filhotes ficam independentes destes e agrupam-se em bandos para exercitarem o corrichado (conjunto de exercícios vocais para desenvolvimento dos músculos seringiais) até o surgimento da muda de ninho que ocorre aos 120 dias de nascido. Após a muda de ninho ou mesmo antes desta surgem os primeiros assovios do canto vetorizado iniciando-se a fase de lapidação, acompanhamento e manutenção efetuada de forma individual, caso a caso, com o emprego dos CD-R de Instrução.

Este pequeno resumo da infância do Curió foi para salientar que esta é a época mais importante da sua vida sobre o aspecto didático, é aí que o canto é vetorizado e desenvolvido adequadamente, portanto devemos nos prender a esta fase decisiva do ensino do canto, pois um descuido nesta fase bota um campeão a perder.


Temos observado que durante a vetorização do canto melhores resultados tem-se conseguido quando não se expõe os filhotes a instruções de canto duradouras e dotadas de muitas repetições de canto. Melhores resultados são conseguidos com instruções breves e descontínuas com cantadas de apenas 3 (três) repetições.

As tentativas de uso de apenas uma repetição confundem o Canto de entrada com o Canto de Saída e leva o pássaro a vetorizar os dois movimentos do canto como módulo de repetição ou seja, passa a repetir Entrada de canto e Módulo de Repetição juntos como se fossem ambos o Módulo de Repetição, é portanto aconselhável que se inicie com uma cantada de 03 (três) repetições evitando o vício de incorporar o Módulo de Repetição com a entrada de Canto e usa-los como módulo de repetição.


Este defeito de estrutura de canto é facilmente evitado quando se elimina a instrução de Vetorização contendo apenas uma repetição, para depois ministrar Instruções com várias repetições, pois, nem sempre o filhote dotado de genética para repetição e canto longo assimila mudanças extensas na instrução já vetorizada.
Arranjo Básico

É recomendável que se inicie o processo de Vetorização dentro do período aqui preconizado com o seguinte arranjo:

Arranjo Inicial
Faixas de 2 minutos e 30 minutos de silêncio

Faixa – 01 (Com 3 Repetições) (módulo básico de vetorização manter sempre)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 01 (Com 3 Repetições)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 01 (Com 3 Repetições)
Faixa – 07 (Com 01 Carretilha curta de 3 movimentos)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)


Obs: Os melhores resultados tem sido alcançados com a pratica deste Arranjo de Vetorização sendo substituído por outros à medida que o filhote se desenvolve e apresenta algum vício de estrutura ou incorporação de notas parasitas necessitando de correções específicas. Caso desenvolva-se sem problemas, e passe a cantar com duas ou três repetições, passamos a introduzir uma cantada de 05 (cinco) cantos em substituição a última das 03 (três) cantadas de 03 (três) repetições. Quando apresentar três ou mais repetições, substituímos uma das 2 (duas) cantada de três repetições por uma de oito, sendo que em todos os arranjos deverão constar pelo menos uma cantada de 3 (três) cantos que não deve ser substituída por ser o Módulo Básico de Vetorização, é como se mantivéssemos sempre o canto aprendido do pai, daí por diante podemos acrescentar mais cantadas com 10, 12 e 15 repetições, contudo sem excluir nenhuma das anteriores. Ficando a Instrução de manutenção inicialmente com o seguinte arranjo.

Arranjo de Manutenção
Faixas de 2 minutos e 30 minutos de silêncio

Faixa – 01 (Com 3 Repetições) (Faixa de Vetorização, manter sempre em todos os arranjos)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 02 (Com 5 Repetições)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 03 (Com 8 Repetições)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 07 (Com 01 Carretilha curta de 3 movimentos)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)
Faixa – 08 (Com 2 Minutos de Silêncio)



Obs:
Com o evoluir da Técnica vamos adquirindo experiência ao tempo em que os filhotes vão aprendendo, e nós também.
Correções se fazem necessário a todos os momentos embora, após alguns anos na “Lide” desenvolvemos o “olho clinico” da experiência e aprendemos a identificar os problemas que geralmente se repetem a cada ano, juntamente com as soluções.

< VOLTAR